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D! NEWS Nº 09 – Mar/2026
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Na seleção oficial do XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema, compondo a Mostra Competitiva Baiana, vamos viver a estreia do documentário “O QUE VOCÊ É sai por todos os lados”, de Larissa Lacerda, com sessões nas cidades de Cachoeira e Salvador.
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No curta-metragem, a diretora reflete sobre a sua experiência de ser filha e irmã de mulheres lésbicas e investiga como as ausências e silenciamentos que marcaram sua infância e adolescência reverberam em sua vida e em sua própria vivência lésbica. Partindo da história de sua mãe, uma mulher que viveu experiências amorosas lésbicas no interior da Bahia nas décadas de 1980 e 90, o filme traça um percurso entre gerações, revelando impactos da invisibilidade dessas relações em sua família que transbordam na relação de Larissa com seu enteado. Narrado em primeira pessoa e com o registro de momentos cotidianos gravados pela própria diretora, o documentário constrói uma aproximação sensível entre essas vivências, evidenciando como afetos, desobediências e resistências atravessam o tempo e transformam as formas de existir em família.
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A obra teve pré-estreia com sala lotada em fevereiro de 2025 na programação do Cineclube Violeta, projeto de valorização e distribuição do cinema nacional Lésbico-Bissexual-Transexual (LBT) em Salvador, no Saladearte Cinema do Museu. Agora, a estreia oficial marca o início de sua trajetória e difusão. Que seja uma boa jornada!
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Venham ver:
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CACHOEIRA
Onde: Cine Theatro Cachoeirano
Quando: 28 de março, 14h [sessão com bate-papo]
Ingressos: Entrada gratuita
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SALVADOR
Onde: Cine Glauber Rocha
Quando: 29 de março, 16h15 [sessão com bate-papo] + 31 de março, 13h10
Ingressos: R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia)
À venda em https://cineglauberrocha.tikt.com.br
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É o IC Encontro de Artes convocando as artes ibero-americanas! Para a sua 18ª edição, agendada para agosto, nosso festival multilinguagem realiza, pela primeira vez, uma convocatória internacional. Com o apoio do Programa Ibercena — fundo que estimula a circulação e difusão das artes cênicas no espaço cultural ibero-americano, representado no Brasil pela Funarte —, vamos ter a presença de duas obras vindas de países da região nos nossos palcos e espaços cênicos em Salvador, Bahia.
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Está valendo para Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai.
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O IC18 pensará em que medida uma ação artística pode mover cenas e dramaturgias do cuidado. A questão do cuidado é multifacetada e articulada a aspectos sociais, ambientais, políticos, éticos e estéticos, e também a esferas como gênero, raça e geopolítica. A curadoria então convida trabalhos que articulem arte e cuidado.
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As inscrições ficam abertas até 2 de abril, no site icencontrodeartes.com.br
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Neste primeiro semestre de 2026, nosso artista Neto Machado é um dos residentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com o Memorial de Dança e a Escola de Dança dessa instituição, em projeto contemplado pelo Edital Residências em Arte, Cultura e Extensão 2025, realizado pela Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura da UFBA.
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Nesta experiência, uma série de atividades — oficinas, conversas públicas, um processo criativo e apresentações comemorativas — acontecem até o mês de junho, conectadas ao projeto “Biblioteca de Dança”, no qual artistas se transformam em livros vivos que compartilham memórias de danças de diversos tempos e contextos. Que danças povoam, povoaram e ainda vão povoar a UFBA?
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Acompanhe a agenda em instagram.com/netomachado.
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Segredos inconfessos, triângulos amorosos e paixões inflamadas que se cruzam com o melodrama de acontecimentos políticos do Brasil e do mundo: após sete anos de sua estreia, “Vermelho Melodrama” finalmente volta para sua segunda temporada. Baseada em texto do dramaturgo Gildon Oliveira, com encenação e adaptação de Jorge Alencar, a peça agora reúne Diogo Lopes Filho, Lia Lordelo, Neto Machado, Véu Pessoa e Vinicius Bustani em seu elenco.
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Ainda vamos contar mais detalhes sobre essa volta ainda mais intensa e visceral, mas já vale botar na agenda: de 10 de abril a 10 de maio, no Teatro Gregório de Mattos, sextas e sábados às 19h e domingos às 18h, com sessões programadas com tradução em Libras e audiodescrição. Ingressos à venda em www.sympla.com.br/dimentiproducoes.
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Há cinco anos, em 2021, em meio à pandemia e ao desmonte das instituições e políticas culturais no Brasil, realizamos a 14ª edição do festival IC Encontro de Artes. Naquele ano, o lema escolhido para guiar a curadoria do IC foi ARTE DÁ TRABALHO, que trouxe à tona reflexões sobre a urgência de valorização da arte, a potência econômica dos setores criativos e a importância das políticas públicas. Afirmar ARTE DÁ TRABALHO é uma forma de anunciar o potencial de fazeres artísticos que dão trabalho ao pensamento e são resistência ao retrocesso antidemocrático. É denunciar vulnerabilidades do campo. É um emblema de reivindicação pelo reconhecimento do trabalho de profissionais das artes em todo o Brasil e símbolo permanente da nossa luta.
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Vestir essa camisa e carregar essa bandeira se tornaram marcas da existência da Dimenti. Até a nossa sede, inaugurada em 2024, leva esse nome: CASA ARTE DÁ TRABALHO (instagram.com/casaartedatrabalho). Estamos permanentemente ligados a essa causa.
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Neste ano, concluímos o processo e, perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), ARTE DÁ TRABALHO está oficialmente registrada como um lema de trabalho da Dimenti. Um chamado que seguiremos ecoando!
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Aliás, se você também quer vestir a camisa ARTE DÁ TRABALHO, a nossa lojinha tá on!
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A coleção-desejo tem camisa, tem ecobag, caderno e bottom.
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= Compra online:
www.conexoescriativas.com.br/loja
= Compra presencial em Salvador:
Casa Arte Dá Trabalho
Rua Feira de Santana, 22 – Rio Vermelho
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O QUE É DANÇA CONTEMPORÂNEA: uma aprendizagem e um livro de prazeres
De autoria de Thereza Rocha, com projeto gráfico da TANTO CRIA e ilustrações de Clara Domingas, a obra apresenta uma série de acessos ao nuançado conceito de dança contemporânea. Sem sumário, uma vez que dispensa a organização em capítulos, o livro é composto por aforismos de diferentes tamanhos versando sobre temas caros à criação e reflexão em dança na contemporaneidade. A publicação torna operativo o próprio conceito (de dança contemporânea) do qual se aproxima, e cumpre o desafio de convidar a admitir que pensar e dançar não são autoexcludentes e, sem baratear o conteúdo, que o pensamento pode ser um brinquedo ao mesmo tempo rigoroso e divertido.
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ASTRONETO: DANÇA NO ESPAÇO
O livro-objeto, da coleção “Coreografias de Papel”, se origina do espetáculo “Desastro”, de Neto Machado, que recria a aventura de Major Tom, da canção “Space Oddity”, de David Bowie, em sua viagem ao espaço e tentativa de explorar o desconhecido. A publicação estimula o movimento numa experiência intergalática – que brilha no escuro! Astroneto embarca numa viagem espacial e sua nave para de funcionar. Sem saber o que fazer, perdido no espaço sideral, ele descobre que a nave pode ser movida a dança. A obra é assinada por Neto Machado, Jorge Alencar e TANTO CRIA.
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LIVRO DE FOGO
Baseado na performance “Bola de Fogo”, de Fábio Osório Monteiro, em que o artista segue o chamado de sua ancestralidade e, tentando resistir às dificuldades da vida, decide se tornar baiana de acarajé. Este livro-jogo, embrulhado em tecido, propõe a abertura de um tabuleiro para compartilhar histórias que nos alimentam. Terceiro volume da coleção “Coreografias de Papel”, o livro, de autoria de Fábio Osório Monteiro, Neto Machado, Marina Martinelli e TANTO CRIA, oferece frases iniciais, ilustrações e formas de recombinação para que, a cada vez que ele for desembrulhado, novas narrativas possam surgir.
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Na coleção de livros “Coreografias de Papel”, editada pela Conexões Criativas, criações coreográficas da Bahia são transpostas para livros-objetos para a infância e juventude. Muito além de registrar os espetáculos de modo tradicional – fotos e vídeos de divulgação, sinopse, bastidores, ficha técnica etc. –, os livros permitem a reinvenção das peças, assim também compondo uma memória da produção coreográfica da Bahia e mobilizando uma nova geração junto à dança brasileira atual.
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Além de “Astroneto: dança no espaço” (2019) e “Livro de Fogo” (2021), também foi lançado “Pequena Coleção de Insignificâncias”, que acessa o solo de dança “Demolições (La Petite Mort)”, de Thiago Cohen.
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Com edição esgotada, o livro foi finalista na categoria ‘Infantil’ do 62º Prêmio Jabuti, realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o mais tradicional prêmio literário do Brasil.
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