1 - Dimenti recebe patrocínio de manutenção da Petrobrás: dignidade, dignidade, dignidade.
A Lagoa Azul: pela primeira vez na televisão, o projeto prevê a construção de solos feitos pelos integrantes, com toneladas de outras atividades realizadas ao longo de dois anos: promessa é dívida, Silvio!
Felizes, felizes, felizes.
Trabalho, trabalho, trabalho.
2 – Dimenti retoma o processo de Um Dente Chamado Bico com estréia prevista para abril de 2010. A parceria com Sheila Ribeiro (Dona Orpheline) se propõe a pensar a relação entre corpo e cidade numa perspectiva glocal (global e local): qual a tensão existente entre a baiana tombada pelo patrimônio e Ariel da Disney? Entre o dendê e o perfume francês editado no Paraguai? Entre Pierre Verger, Massimo Canevacci e o rebolation?
3 – Jorge Alencar e Márcio Nonato serão os mestres de cerimônia do glamouroso lançamento dos editais do Itaú Cultural no dia 03 de março de 2010. É isso, Smoking e cara de pau. Eles chegam baianíssimos e juram: boa noite, São Paulo, tira o pé do chão!
Jorge Alencar
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Cotidiano
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Paula Lice
Voltamos a Recife em 2009 no apagar das luzes do Festival Internacional de Dança do Recife. O Dimenti e o Grupo Primeiro Ato encerraram a programação no sábado do dia 31 de outubro. Bem… Tombe é aquele auditório furibundo, rasgando referências e citações arqueológicas das artes do corpo, das pedagogias updated ou jesuíticas e das esganações de poder! Tia, o chão está escorregando!!!!!
Sem limites, o Dimenti é capaz das metonímias mais dolorosas: um Lakka comendo Ruffles e tocando um copo mudo; uma Micheline cheirando a galinha assada; uma Maria Paula num frevo gratinado e Alejandro caindo no precipício-proscênio.
Eusébio Lobo falou “importante rir de nós mesmo!”, Arnaldo Siqueira segredou “nunca me diverti tanto no Festival”. Tombe é solar mesmo!!! Exercício de humor para nós e de mudanças abruptas de chaves corporais.
No final da apresentação, ainda em cena em busca de uma resposta inviável, um menininho com o pescoço alongado e bons modos me interpelou: “Jorge, me identifiquei com você. Você é assim de verdade, né?” e eu devolvi felino: “quem vai saber, meu rapaz. Quem vai saber”. Some atrás da névoa do cigarro.
Jorge Alencar
Quando combinamos a viagem para fazer o Festiva Nacional do Teatro, etapas Fortaleza e São Luís, imaginamos que seria trabalhoso. Pensávamos no tempo curto entre as viagens, nas montagens, nas duas apresentações por dia (Chuá e A Novela/ Chuá e Batata) e no cansaço físico que isso geraria. Mas a saga englobou vários outros elementos. Com emoção ou sem emoção?
Fizemos primeiro Fortaleza e, entre castanhas na Feirinha e sandálias de 10 reais, eis que parte do cenário já estava no Maranhão. Elementos perdidos, figurinos desaparecidos. Gincana total! Graças aos deuses do olimpo ou os orixás mesmo contamos com a presteza do Festival que, como num encanto, produziu uma nova gaiola de Chuá em tempo recorde. Ferreiro acionado, uma horinha de atraso, mas um espetáculo realizado dentro de boas condições. Tivemos platéias quentíssimas em Fortaleza!
São Luís foi um flash! Pouco tempo, muitas demandas no teatro, cenário chegando em cima da hora, correria para aprontar tudo e, novamente, muita presteza do Festival (não é mesmo Paquelet?) para tudo ser realizado da melhor forma possível. Ficamos hospedados na Pousada Portas da Amazônia, um lugar incrivel erguido ao redor de uma árvore gigantesca na qual reside uma preguiça. Eu não consegui ver, mas me contaram. Diz que gritava horrores.
Gincana acabada, voltamos para a terrinha esgotados, sem coluna e cheios de histórias para contar!
Saravá!
Queriiiiiiiiiiiidos!
Venho, através deste documento declarar que nenhum outro grupo com o qual tive contato nestes anos de Poa Em Cena me divertiu tanto quanto vocês!
Obrigado.
Foi lindo tê-los mudando o ritmo destes poucos dias. Lindo trabalho, lindos momentos de Daniela, lindas danças, compras e almoços tensos sem carne. Com direito
a paixões internacionais…
Obrigado.
Eu, ainda não parei. Sigo agora na vida mambembe, cansada e feliz!
E por aí? Como vai a vida nesta terra mágica, calorosa, colorida e especial que é a Bahia??? hahahaha!
um beijo lindos!
saudades já.
Melissa - a anja.
Bem, quem vos fala de Porto Alegre é aquela que mal pôde sair do quarto do hotel. Tive que me dividir entre teorias da psicologia sociocultural e a história da infância e as apresentações de Batata! no Porto Alegre em Cena! Não houve jeito. Primeiro de tudo, a expressão “pego de calças curtas” nunca foi tão apropriada pra nós, porque vou te contar, que frio passamos! Foi um frio que passou em minha vida, dizia o poeta Paulinho. Osório teve receber a galinha, gélida, pulando de um balde cheio de gelo, aos 8 graus de Caxias do Sul. Tudo pela arte!
Highlights: o festival, um luxo, super organizado; cardápio de Krishna a Hut em questão de horas; uma oficina cheia de artistas inteligentes e amorosos; plateias cheias e entusiasmadas, mecenas riograndenses disfarçadas de socialites e uma anja com a pitada ideal de capeta, cuja lembrança guardamos com carinho e que já esperamos para o próximo carnaval.
E Cíolo, um amor em cada porto?
Lia Lordelo
Batata!
11 de setembro - 20h
Teatro Pedro Parenti - Caxias do Sul (RS)
Integrando o Projeto Caxias Em Cena
Batata!
13 a 15 de setembro - 20h
Teatro do Museu do Trabalho - Porto Alegre (RS)
Integrando o Festival Porto Alegre Em Cena
A Lupa
18 de setembro - 20h
Teatro Vila Velha - Salvador (BA)
Integrando a Plataforma Internacional de Dança
A Mulher-Gorila
25 e 26 de setembro - 20h
SESC Ipiranga - São Paulo (SP)
Integrando o Projeto Deslocamentos
Está no ar, direto do Youtube, o video-relatório do Interação e Conectividade III, projeto do Dimentão que vem ratificando trocas e criando novos intercâmbios entre artistas brasileiros contemporâneos. Quer moleza? Senta no pudim!
http://www.youtube.com/watch?v=2jL96gx78Ww
Até!

Voltamos de um estirão puxadíssimo! Pensem em gincana! Viaja para Campinas, chega cansado, acorda, montagem, diz-que-dorme, apresenta Batata!, pega a estrada, segue para São José do Rio Preto, chega na madruga, sente a vibração do retorno ao local de uma de nossas primeiras viagens, diz-que-dorme, corre para apresentar Batata!, duas vezes na mesma noite, monta cenário, desmonta cenário, viaja na madrugada para Joinville, pernoites em aeroportos, diz-que-dorme, pensa na morte na bezerra, chega na cidade com o Festival de Dança comendo no centro, pensa em como seria bom dormir na horizontal, apresenta Chuá e suas dez mil bolinhas, desmonta cenário, e, finalmente, algum descanso, um dia inteiro de descanso, respira, ainda tem apresentação de Tombé, respira, e monta cenário, desmonta cenário, aquece, ensaia e pluft, a saga chega ao fim. Cansados, é verdade, mas certos da escolha e do chão em que se pisa.
Saravá!
Amanhã embarcamos rumo a três cidades das bandas do sul-sudeste. Apresentaremos Batata! em Campinas (Temporada Sesc de Teatro) e São José do Rio Preto (Festival Internacional de SJRP 2009) e depois seguimos para Joinville (Mostra Contemporânea de Joinville), com Chuá e Tombé. São corredores de festivais importantes. O grupo tem marcado presença em alguns desses festivais, o que é bastante interessante para nós, pela circulação e troca constantes de idéias, afetos, artigos, crenças, descrenças, argumentos, doces, telefones - que estar em contato com gente (e arte) proporciona.
Torçam por nós, que energia boa é sempre bem-vinda!
Até a volta.
Batata!
Dia 16 de julho – Campinas (SP)
Temporada SESC de Teatro
Batata!
17 e 18 de julho – São José do Rio Preto (SP)
Festival Internacional de SJRP 2009
Chuá
19 de julho – Joinville (SC)
Mostra Contemporânea de Joinville
Tombé
21 de julho – Joinville (SC)
Mostra Contemporânea de Joinville